MVP Global Summit 2012

Após 4 anos, finalmente voltei a participar de um MVP Global Summit, que é o encontro mundial de MVPs promovido pela Microsoft. Após ter participado em 2007 (sobre o qual você pode ler a primeira, segunda e terceira partes da série que escrevi) e em 2008, entre 28 de Fevereiro e 02 de Março de 2012, tive novamente a oportunidade de estar presente nesse evento que aproxima os MVPs do mundo inteiro com os times de produtos da Microsoft, de acordo com suas respectivas especialidades técnicas. Uma das diferenças desse ano em relação às outras vezes que participei foi que, ao invés de Seattle, a "base de operações" (local onde ficam os hotéis e onde acontecem várias palestras) do evento foi em Bellevue, que é uma cidade vizinha de Seattle e mais próxima de Redmond, onde fica o campus da Microsoft.  

Por falar em Redmond, infelizmente, nesse ano não houve nenhuma palestra sobre ASP.NET, que é minha especialidade como MVP, no campus da Microsoft. Digo "infelizmente" porque ir ao campus da Microsoft é uma atividade muito inspiradora, pois além de ser um lugar extremamente agradável e tranquilo, é possível sentir a atmosfera do lugar onde se criam produtos e tecnologias que irão influenciar boa parte do mundo. Mas nem por isso deixei de fazer uma visita ao local, em um dos poucos momentos livres que tive. Abaixo, você pode assistir a um pequeno vídeo que fiz no Microsoft Visitor Center, ou seja, o centro para visitantes da Microsoft:

Conhecendo o Microsoft Visitor Center - Redmond - 27 de fevereiro de 2012 from Ricardo Oneda on Vimeo.


Entre as várias oportunidades que eventos desse tipo proporcionam, uma das que vale mais a pena é poder rever os amigos e conhecer pessoas cujos contatos, muitas vezes, restringia-se ao mundo virtual. E isso se aplica tanto aos MVPs do Brasil quanto de outros países, e também a profissionais conhecidos no mundo Microsoft, como Scott Guthrie e Scott Hanselman.

 

Da esquerda para a direita, eu, Rodolpho Carmo, Scott Guthrie, Victor Cavalcante, Rodrigo Kono e Fernando Henrique

 

 

Outro destaque do evento foram os MVPs brasileiros. Devidamente "uniformizados" com o amarelo da seleção brasileira de futebol, não se pode negar que chamávamos a atenção, principalmente nas festas de abertura e fechamento do evento.

 

Sim, eu estou aí no meio!

 

 

Apesar de não ter sido minha primeira participação em um MVP Global Summit, posso dizer que foi uma ótima experiência. Como das outras vezes, não me canso de ficar impressionado com a organização do evento. A logística empregada para dar suporte a mais de 1.000 MPVs de várias partes do mundo, considerando hotéis, alimentação, transporte e o próprio evento em si não é para amadores. Os organizadores do evento estão de parabéns!

 

MVP Global Summit 2008

Entre os dias 14 e 18 de abril, tive a chance de participar do meu segundo MVP Global Summit, em Seattle e em Redmond, cidade onde fica o campus da Microsoft (você pode saber como foi o primeiro, no ano passado, lendo a primeira, segunda e terceira partes da série que escrevi aqui no blog). O principal objetivo desse evento é aproximar os MVPs do mundo todo com os times responsáveis pelos produtos da Microsoft e, a partir daí, poder influenciar no rumo que eles tomam, baseando-se nas necessidades que encontramos no dia-a-dia, e dar feedback diretamente para quem é responsável pelos produtos.

O evento desse ano teve duas principais novidades. A primeira foi a possibilidade dos MVPs participarem das sessões de áreas diferentes da sua especialidade. Por exemplo, um MVP em ASP.NET, neste Summit, pode assistir sessões de C#, VB.NET ou SQL Server, por exemplo. Isso foi muito bom, pois dificilmente alguém trabalha somente com uma determinada tecnologia e não tem interesse em outras. Assim, cada um pode montar sua agenda de acordo com seus interesses.

A outra novidade foram as sessões do tipo Open Space, coordenadas pelos próprios MVPs e que aconteceram no primeiro dia. Open Space é uma metodologia de condução de reuniões e eventos que, diferentemente de uma apresentação tradicional, não possui um roteiro pré-definido e nem muitas regras. Também não existe a figura do palestrante que fica lá na frente falando enquanto a platéia só ouve. Existe somente o host, que é o responsável por iniciar o debate e agir como um facilitador, mas a sessão não fica centralizada nele. Em uma sessão Open Space, a participação das pessoas é fundamental e todos que quiserem podem dar suas opiniões, tornando a discussão muito mais rica e interativa. No Brasil, este tipo de evento parece não ser muito aplicado, mas pelo que acompanho em vários blogs, nos EUA parece ser bastante difundido. Nunca havia participado de um evento desse tipo, mas tive a oportunidade de fazê-lo, tanto como participante quanto como host de uma das sessões, e posso dizer que a experiência foi bastante interessante.

Nos segundo e terceiro dias do evento, os MVPs foram para o campus da Microsoft em Redmond, onde participamos das sessões técnicas. Devido a um termo de sigilo, os MVPs não podem divulgar detalhes do que foi abordado lá, mas falando de modo geral, se no ano passado o foco estava no LINQ, neste ano falou-se muito em Silverlight. Isso não significa que as aplicações web tradicionais (HTML + JavaScript) não tenham mais futuro, tanto é que também foram abordados o que se pretende fazer nas próximas versões do ASP.NET AJAX e do ASP.NET MVC Framework.

Uma das partes mais legais de um evento como esse é a possibilidade de ver e conhecer pessoalmente verdadeiros ícones da área de TI. No ano passado foram Bill Gates, S. Somasegar, Anders Hejlsberg e Scott Guthrie. Neste ano, pude conhecer Scott Hanselman, um dos blogueiros mais famosos da área de desenvolvimento, e Phil Haack. Atualmente, ambos são os responsáveis pelo ASP.NET MVC Framework.

Ricardo Oneda e Scott Hanselman

 

Neste ano, não teve Bill Gates, mas houve um keynote de Ray Ozzie, que é o substituto de Bill Gates como Chief Software Architect e, entre outros projetos, foi um dos responsáveis pelo Lotus Notes. A transcrição do que foi dito pode ser lido aqui.

Ray Ozzie

 

Para fechar o evento, o keynote de Steve Ballmer, CEO da Microsoft, com direito a piadinha sobre a compra do Yahoo pela Microsoft e tudo mais. A transcrição também está disponível para leitura.

Steve Ballmer 

 

Além do evento em si, aproveitei a viagem para fazer alguns passeios que não consegui no ano passado. Dessa vez, consegui ir a um jogo da NBA, entre o time da casa, o Seattle SuperSonics e o Dallas Mavericks, com a vitória dos Sonics por 99 a 95, num jogo emocionante decidido nos minutos finais. Aliás, não é só um jogo, mas sim, um verdadeiro show de entretenimento, do qual o jogo é só uma parte. O curioso é que este pode ter sido o último jogo do time em Seattle, já que seu novo dono pretende mudá-lo para Ocklahoma, o que os torcedores e a cidade não querem deixar, naturalmente.

Key Arena

 

Também pude ir ao Experience Music Project, uma espécie de museu dedicado à música e onde você também pode tocar vários instrumentos, e ao Science Fiction Museum, o museu que conta a história e evolução da ficção científica, com réplicas de vários personagens de filmes do gênero. Gostei bastante, pois são assuntos que me interessam.

MVP Global Summit 2007 Parte 3: Últimos dias

Os dois últimos dias do Summit ocorreram no campus da Microsoft, em Redmond, cidade vizinha de Seattle. Lá, os MVPs participaram das sessões técnicas com times de produtos de suas respectivas áreas. No meu caso, assisti às palestras relativas ao ASP.NET, já que sou MVP desta competência.

Campus da Microsoft

Antes de continuar, gostaria de lembrar que, devido a um termo de sigilo, os MVPs não podem divulgar detalhes do conteúdo das apresentações. Isso acontece porque muitas das informações ainda não são de conhecimento público. Assim, não poderei fornecer informações mais aprofundadas sobre os assuntos abordados.

Em linhas gerais, foram mostradas as principais novidades que teremos na próxima versão do Visual Studio, cujo codinome é Orcas, no que se refere ao desenvolvimento de aplicações web, e sua maior integração com JavaScript. Como o mantra “aplicações web ricas e interativas” tem ultimamente dado o tom na onda da Web 2.0, também foi mostrado o que estão planejando para o ASP.NET AJAX e o WPF/E.

Além disso, também foram mostrados alguns projetos que a Microsoft está desenvolvendo e outras novidades que ainda nem estão totalmente definidas, além de colher as opiniões dos MVPs sobre os atuais e futuros produtos. Esse é um dos aspectos mais interessantes do evento: a possibilidade de influenciar em alguma decisão sobre determinada tecnologia.

Claro que os MVPs não poderiam perder a oportunidade de ter os seus momentos de tietagem, e comigo não foi diferente Tongue out . Um desses momentos foi quando tive a chance de tirar uma foto com Scott Guthrie, General Manager da plataforma .NET, já que sou leitor assíduo de seu blog e de quem assisti duas apresentações:

Ricardo Oneda e Scott Guthrie

Outra oportunidade que tive foi de conhecer pessoalmente Anders Hejlsberg. Esse dinamarquês é uma espécie de lenda viva do mundo da programação e são grandes as chances de você já ter utilizado alguma linguagem em cuja criação ele esteve envolvido. Ele criou o Turbo Pascal (que depois foi licenciado para a Borland), foi arquiteto chefe do Delphi e projetista chefe do C#, além de ter contribuído para a concepção do .NET Framework:

Anders Hejlsberg e Ricardo Oneda

Aqui chega ao final a minha série de posts sobre o MVP Global Summit 2007. Foi uma experiência única ter participado de um evento de tal tamanho e procurei aproveitar ao máximo. Espero que tenham gostado!

MVP Global Summit 2007 Parte 2: O começo

O MVP Summit começou oficialmente na segunda-feira, dia 12 de março. Neste dia, os MVPs foram ao Washington State Convention & Trade Center, no centro de Seattle, para fazer o registro no evento e visitar uma exposição que a Microsoft montou com stands de seus principais grupos de produtos e serviços. Esse dia era só o aquecimento para o próximo, quando o evento começaria de fato.

Na terça-feira, aconteceu a apresentação, que para muitos, era a mais aguardada do evento: o discurso de abertura de William H. Gates, também conhecido como Bill Gates. Após o discurso, que durou aproximadamente 40 minutos (e cujo conteúdo pode ser lido aqui), foi aberta uma sessão de perguntas e respostas. O curioso é que o pessoal não se intimidava e fazia algumas perguntas que deixavam Bill Gates na saia-justa, como por exemplo, quando foi questionado o porquê dele ter dito que o Mac OS X, sistema operacional do Macintosh da Apple, era inseguro. Mais informações sobre a participação de Bill Gates no evento podem ser lidas nesta reportagem.

Bill Gates

Durante o dia, tivemos sessões executivas, como a do S. Somasegar, vice-presidente da divisão de desenvolvimento da Microsoft, que falou sobre a próxima versão do Visual Studio, cujo codinome é Orcas, e sessões de plataformas, como a do Anders Hejlsberg, que falou sobre .NET LINQ (Language Integrated Query), que visa facilitar a manipulação de coleções de dados através do uso de queries (no estilo do Transact SQL) na própria linguagem de programação, como C# e VB.NET.

Para fechar o dia, tivemos uma festa no Museu da Aviação, próximo a uma das fábricas da Boeing na região de Seattle.

No próximo post contarei como foram os dois últimos dias do Summit.

MVP Global Summit 2007 Parte 1: Conhecendo Seattle

Entre os dias 12 e 15 de março, ocorreu o MVP Global Summit de 2007 em Seattle. Esse é um evento realizado pela Microsoft a cada ano, aproximadamente, e para o qual todos os MVPs do mundo são convidados a participar. Neste evento, os MVPs, de acordo com as competências (ASP.NET, Visual C#, Visual Basic, SQL Server, Windows, etc), participam de atividades e sessões técnicas com os times dos produtos da Microsoft, nas quais são mostradas as novidades que estão sendo preparadas e são colhidas opiniões sobre alterações que foram ou serão feitas.

Antes de falar do evento propriamente dito, vou comentar sobre minhas impressões de Seattle. Como não sou de ferro, resolvi chegar 3 dias antes para que tivesse tempo para passear e conhecer melhor a região, já que durante os dias do evento não há tempo para praticamente mais nada. A minha principal preocupação era com relação à temperatura, afinal, estaria perto da fronteira do Canadá (a aproximadamente 3 horas de Vancouver, de carro) e próximo do Alasca, no extremo noroeste dos Estados Unidos. Durante o tempo que fiquei lá, a temperatura oscilou entre 3oC e 11oC, mas era uma temperatura suportável, nada muito preocupante. O tempo é parecido com o de São Paulo no inverno: nublado, cinzento, com uma garoa que parece nunca parar ou então uma chuva fraca. Apesar de Seattle ser uma cidade grande, é diferente de uma cidade como São Paulo, por exemplo. Lá não há concentração como ocorre aqui. O comércio, as empresas e a população ficam distribuídos entre as várias cidades vizinhas. Por exemplo, em Seattle, não encontrei uma loja de eletrônicos. Elas ficam em cidades vizinhas. Como o hotel onde fiquei ficava no centro de Seattle, conheci algumas dessas cidades, como Tukwila (onde há um complexo comercial gigantesco), Renton e Bellevue de ônibus (se alguém for viajar para lá e quiser alguma dica sobre quais ônibus pegar, entre em contato).

Por falar em ônibus, o transporte público é excelente. Lá, nunca peguei um ônibus com pessoas em pé. Além disso, todos os pontos possuem as linhas que passam por eles e os horários que os ônibus saem dos terminais (que são cumpridos pontualmente). Se você quiser andar de ônibus somente no centro de Seattle, não é preciso pagar. Além disso, os preços das passagens são diferenciados de acordo com o horário: mais caro nos horários de pico e mais barato nos horários de menor movimento e finais de semana. Outra coisa que chama a atenção é que todos os ônibus são preparados para transportar pessoas com deficiências físicas e também há um suporte para bicicletas na parte dianteira.

Ainda no que se refere ao trânsito, os carros e os pedestres respeitam a sinalização. Mesmo se não houver carro, as pessoas não atravessam a rua enquanto o semáforo não abrir. As ruas são bastante largas e não há engarrafamento. Se houver pedestres querendo atravessar uma rua que não possui semáforo, os carros param e dão preferência aos pedestres. Aliás, esta cordialidade também é percebida nas ruas de Seattle. Se as pessoas percebem que estamos meio perdidos ou no ponto de ônibus tentando descobrir algo, elas nos abordam perguntando se precisamos de ajuda ou se queremos ir para algum lugar. Esse foi um comportamento que não esperava e que me surpreendeu. Acredito que isso deve acontecer porque há uma diversidade étnica e cultural em Seattle muito grande, com muitos orientais, mexicanos e pessoas de outros países. Outra curiosidade é que as lojas e os shoppings começam a fechar por volta das 8 horas da noite. Lá pelas 11 horas, as ruas estão praticamente desertas, sem carros e pessoas. Assim, Seattle é uma cidade cosmopolita, mas com características de cidade pequena.

Claro que como toda cidade grande, ela também tem seus problemas. Vi várias pessoas com pedaços de papelão (nos quais estava escrito que eram sem-tetos, desempregados, veteranos de guerra, etc) pedindo esmola nos semáforos e também nas ruas e shoppings.

Por ser a cidade sede da Starbucks, você encontra quase que uma em cada quarteirão. Acho engraçado como aqui a Starbucks é tratada como uma coisa de elite e lá é tão banal, sendo que nem um bar: em cada esquina você encontra um. Coisas de gente deslumbrada.

Claro que uma viagem a Seattle não seria completa se não visitasse o Space Needle, o cartão postal da cidade:

Space Needle

O Space Needle é uma torre da qual é possível observar toda a cidade (você pode ter uma idéia da visão acessando o site e visualizando as imagens capturadas por uma webcam). Lá em cima também funciona um restaurante. O Space Needle fica no Seattle Center, que é um centro com várias atrações. Para ir ao Seattle Center, utilizei o Monorail, que é uma espécie de mini-metrô por cima das ruas. Há muita coisa para se ver lá e que, infelizmente, não tive tempo, como o Science Fiction Museum and Hall of Fame e o Experience Music Project. Lá também fica o Key Arena, que é o ginásio do time de basquete da NBA Seattle SuperSonics, além de outras atrações (museus, centros de pesquisas científicas, teatros, etc).

Nos próximos posts pretendo escrever sobre como foi o Summit.

MVP Global Summit 2007: Prólogo

Hoje voltei de Seattle, onde estive durante uma semana para participar do evento 2007 MVP Global Summit, organizado pela Microsoft. Reencontrei muitos amigos e conheci pessoas que podem ser consideradas verdadeiros ícones da área de informática. Isso sem falar na experiência de conhecer um outro país e sua cultura.

Enquanto não escrevo sobre isso (pretendo fazê-lo nos próximos dias), vocês podem ler o blog do Leonardo Tolomelli, responsável pelo programa MVP no Brasil e América do Sul, que fez uma cobertura do evento.

Novidades

Após um longo período de ausência (estava de férias), aqui estou de volta. Iria escrever sobre o novo site dos MVPs no Brasil, mas percebi que o Leonardo Tolomelli, responsável pelo programa de MVPs do Brasil e Cone Sul, iniciou seu blog no theSpoke, no qual explica melhor do que ninguém um pouco mais sobre o programa. Lá vocês encontrarão vários esclarecimentos dos critérios adotados para a escolha de MVPs, saberão qual o objetivo da existência do programa e descobrirão como indicar uma pessoa que se destacou na comunidadade para ser MVP. Recomendo uma visita!

Também percebi (aliás, todos devem ter percebido), que o theSpoke vai ganhar uma nova versão. Alguém aí sabe se os posts antigos serão mantidos após a migração? Além disso, eu entendi errado ou deixaremos de utilizar o Passport para nos autenticarmos?

PS: A data que aparece no aviso de migração do theSpoke está errada, já que dia 25/08 é uma quinta-feira, e não sexta-feira, como está no aviso! Alguém avise o Daniel Maia!

Ricardo Oneda.

MVP !!!!

É com grande alegria e satisfação que comunico a todos que fui nomeado pela Microsoft um dos novos MVPs em Visual Developer ASP/ASP.NET. Para quem não conhece o programa MVP - Most Valuable Professional, segue uma breve descrição retirada do site oficial da Microsoft:

"The Microsoft Most Valuable Professional (MVP) Program recognizes and thanks outstanding members of technical communities for their community participation and willingness to help others. The program celebrates the most active community members from around the world who provide invaluable online and offline expertise that enriches the community experience and makes a difference in technical communities featuring Microsoft products.

MVPs are credible, technology experts from around the world who inspire others to learn and grow through active technical community participation. While MVPs come from many backgrounds and a wide range of technical communities, they share a passion for technology and a demonstrated willingness to help others. MVPs do this through the books and articles they author; the Web sites they manage; the blogs they maintain; the user groups they participate in; the chats they host or contribute to; the events and training sessions where they present, as well as through the questions they answer in technical newsgroups or message boards."

Ou seja, é uma maneira da Microsoft reconhecer um profissional que dedicou parte de seu tempo pessoal em contribuir de várias maneiras para as comunidades técnicas das quais participa. O título vale por um ano e é referente às contribuições ocorridas no ano anterior; no meu caso, referentes ao ano de 2004.

É claro que não consegui isso sozinho, já que a nomeação pressupõe o compartilhamento de conhecimento com outras pessoas através das comunidades. Por isso, gostaria de agradecer especialmente ao Leonardo Tolomelli, Gerente do Programa de Desenvolvedores da Microsoft Brasil e responsável pelo MSDN Brasil, aos amigos que fiz nos fóruns do MSDN Brasil (alguns deles também MVPs veteranos e novatos, como eu), aos amigos que fiz na comunidade BrDevelopers .NET (em especial ao Thiago H M Fernandes e ao Roger Serrati, mas sem esquecer de todos os demais membros, com os quais compartilho este "prêmio") e aos amigos do theSpoke!

Mais importante que o título, é saber que podemos contar com outras pessoas e com as quais podemos trocar idéias e conhecimento, sempre aprendendo. Isso é o que realmente importa e espero continuar por bastante tempo!

Se você ficou interessado em mais detalhes sobre o programa ou como ser um dos indicados, leia a coluna do Leonardo Tolomelli sobre o assunto ou então veja a FAQ do site da Microsoft.

Muito obrigado,

Ricardo Oneda.